PSICOLOGIA • TRANSTORNOS ALIMENTARES

Aqui, a compulsão alimentar e a obesidade são acolhidas, não julgadas.

Psicoterapia especializada para adolescentes a partir de 16 anos e adultos que enfrentam sofrimento na relação com a comida, com o corpo e com a própria imagem.

Atendimento individual • On-line

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“Uma pessoa que come compulsivamente não precisa de mais um conselho sobre disciplina.”

Ela precisa de um espaço onde seja possível entender o que aquele comportamento sustenta e o que ele está tentando resolver.

QUANDO PROCURAR AJUDA

Quando a relação com a comida começa a ocupar espaço demais

Comer escondido.

Pensar em comida o dia inteiro.

Evitar o espelho.

Cancelar um encontro por causa da roupa.

Sentir culpa depois de comer.

Quando situações assim passam a fazer parte da rotina, o sofrimento alimentar deixa de ser apenas uma questão sobre comida.

A psicoterapia oferece um espaço para compreender o que está acontecendo, identificar os fatores que mantêm esse ciclo e construir outras formas de lidar com aquilo que hoje acaba sendo resolvido por meio da alimentação, da restrição ou da tentativa constante de controlar o corpo.

ÁREAS DE ATUAÇÃO

Há diferentes formas de sofrer com a comida e com o corpo.

Cada história é diferente. O acompanhamento parte da compreensão do que está acontecendo para então definir o caminho terapêutico.

01

Transtorno de compulsão alimentar

Episódios recorrentes em que há sensação de perda de controle ao comer, frequentemente acompanhados por culpa e vergonha.

Conheça →

02

Bulimia nervosa

Quando os episódios de compulsão são acompanhados por comportamentos compensatórios como vômitos, jejuns ou exercício em excesso.

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03

Obesidade e sofrimento psíquico

O cuidado com a relação com a comida, o corpo, o comer emocional, os ciclos de dieta e o impacto do estigma de peso.

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04

Cirurgia bariátrica

Avaliação e acompanhamento psicológico durante o preparo para a cirurgia e no processo de adaptação após o procedimento.

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05

Imagem corporal

Quando comparação, insatisfação e preocupação com a aparência começam a limitar escolhas e experiências.

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“O corpo de ninguém é objeto de julgamento.”

SOBRE MIM

Há 16 anos acompanhando pessoas que sofrem com a relação que construíram com a comida e com o corpo.

Sou Valeska Bassan Magaldi, psicóloga — CRP 06/103608.

Escolhi essa área quando percebi o quanto o sofrimento alimentar costuma ser interpretado como falha pessoal, tanto por quem sofre quanto por quem está ao redor.
Experiência no Ambulim / HC-FMUSP

Parte importante da minha formação aconteceu no Ambulim, Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, onde atuei como psicóloga voluntária e coordenadora de grupo de mulheres obesas com compulsão alimentar entre 2010 e 2023.

COMO CONDUZO O TRABALHO

01

O corpo de ninguém é objeto de julgamento.

02

Mudança sustentável não nasce de vergonha, mas de entendimento.

16 anos

de atuação clínica

2010–2023

atuação no Ambulim / HC-FMUSP

50 minutos

por sessão

On-line

atendimento individual

Você não precisa saber qual é o seu diagnóstico para procurar ajuda.

Às vezes, perceber que sua relação com a comida ou com o corpo está trazendo sofrimento já é suficiente para buscar uma avaliação.
→ Comer sem conseguir parar, com sensação de perda de controle.
→ Comer escondido ou mentir sobre o que comeu.
→ Pensar em comida, peso ou dieta durante grande parte do dia.
→ Provocar vômitos, usar laxantes ou fazer jejuns para compensar.
→ Deixar de frequentar lugares por causa do corpo.
→ Sentir que a alimentação virou fonte constante de culpa.

COMO FUNCIONA

Como funciona o acompanhamento

01

Primeira conversa

O primeiro encontro serve para compreender sua história, o que trouxe você até aqui e o que espera do processo.

02

Construção do acompanhamento

A partir da avaliação inicial, definimos os objetivos e a frequência do trabalho.

03

Psicoterapia

As sessões são individuais, têm duração de 50 minutos e acontecem em formato on-line.
O tratamento de transtornos alimentares e da obesidade se beneficia do trabalho em equipe.
Quando necessário, o acompanhamento é articulado com médicos, nutricionistas e outros profissionais.

PSICOTERAPIA ON-LINE

Sua relação com a comida não precisa continuar sendo uma fonte constante de culpa.

A primeira conversa também pode ser o começo para compreender melhor o que está acontecendo.

Valeska Bassan Magaldi
Psicóloga • CRP 06/103608